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Mês: 11/2007


Pesquisa mostra que usuárias do MEG têm desempenho superior

 

Pelo terceiro ano consecutivo, um estudo elaborado pela Serasa, em pareceria com a FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, comprova que o desempenho financeiro das empresas usuárias do Modelo de Excelência em Gestão® (MEG), é melhor do que a média de seus respectivos setores. A pesquisa apresenta curvas evolutivas desde 1999 a partir da comparação dos balanços financeiros de entre quem usa o modelo e os valores gerais de cada segmento.

 

Em junho deste ano, a curva de evolução do faturamento da indústria mostrava  68,1% para as usuárias do modelo contra 45,3% para a média do setor . Na margem evolutiva de lucro, a porcentagem sobre o faturamento líquido, das organizações que utilizam o MEG no setor de serviços foi de 17,7% enquanto a média geral ficou no patamar de 9,9%.

 

Já no comércio essa disparidade ficou ainda maior, com 85,5% para as empresas-membro e 40,9% para as demais. Vale ressaltar que por o comércio publicar seu balanço apenas no uma vez por ano, os dados referentes a esse setor são cumulativos até dezembro de 2006.

 

De acordo com o levantamento, a evolução do resultado bruto das instituições financeiras que são usuárias do modelo foi de 152,4%, enquanto o valor geral é de 75,9%. Ainda sobre essas instituições, a evolução do ativo total das que aplicam o MEG foi de 155,9%, enquanto a do setor foi de 138,2%.

 

Segundo Márcio Torres, gerente de Análise de Crédito da Serasa e coordenador do Estudo FNQ/Serasa, a idéia geral é não se influenciar por um ano ou outro de desempenho inferior ao mercado. “A economia é muito dinâmica e, por vezes, as grandes empresas mostram desempenhos diferentes. Mudanças de estratégias podem causar uma aparente redução da taxa de crescimento, mas isto, em geral, é momentâneo. Se a estratégia estiver correta, em pouco tempo o desempenho tende a melhorar do que a média”, explicou ele.

 

O estudo foi elaborado a partir dos demonstrativos financeiros de 137 empresas usuárias do MEG em comparação com os números gerais da indústria, do comércio e do setor de serviços. O objetivo foi avaliar o desempenho destas empresas em relação ao desempenho das demais organizações dos respectivos setores de atuação, utilizando-se indicadores econômico-financeiros que foram  levantados desde 1999.

 

Tatiana Assumpção


 


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