O valor da confiança para os negócios é discutido em painel do Congresso FNQ de Excelência em Gestão 2017

12/07/2017

Representantes da Petrobras, Eletrobras e Caixa Econômica Federal participaram do debate

“Integridade: o valor da confiança para os negócios” foi tema do primeiro painel do Congresso FNQ de Excelência em Gestão, evento que aconteceu em São Paulo, no dia 27 de junho, com a participação da Caixa Econômica Federal, representada por Simone da Conceição Pereira Rosa, Superintendente Nacional de Organização, Governança e Processos; da Eletrobras, representada por seu presidente, Wilson Ferreira Junior; e da Petrobras, com João Adalberto Elek, Diretor de Governança e Conformidade. Assista ao vídeo com a discussão completa.
 


Crise e oportunidade
 
Em um primeiro momento, cada painelista dedicou-se a explicar os mecanismos de controle implementados em sua organização para restaurar a integridade e a transparência em suas atividades. Logo em suas falas de abertura, o otimismo em relação à crise pela qual passamos mostrou-se unânime. “Quando você explícita a ineficiência de um sistema, é natural que se crie um embate e um questionamento dentro e fora da organização, mas, na crise, temos a oportunidade de rever seu conjunto de práticas e sair do momento difícil como uma empresa melhor”, argumentou Wilson Ferreira, presidente da Eletrobras.
 
Papel da liderança
 
Liderar pelo exemplo, capacitando os gestores em governança para lidarem com os conflitos do dia a dia, implementando políticas claras e simples de compliance são as chaves para uma boa governança, de acordo com o diretor de Governança e Conformidade da Petrobras, João Elek, que também ressaltou a importância de um canal de comunicação e denúncias confiável dentro da empresa.
 
Mecanismos de controle
 
Para Simone Rosa, Superintendente Nacional de Organização, Governança e Processos da Caixa Econômica Federal, a chave para uma governança eficiente é ter boa compreensão dos mecanismos de controle já existentes dentro da empresa. “O grande desafio na Caixa era fazer com que os gestores usassem os processos que temos em prol de uma boa governança. Perdíamos muito tempo mapeando novos processos e políticas que podíamos implementar e investíamos pouco tempo para entender bem os já existentes.”
 
Em reflexão final, os painelistas concordaram que políticas de compliance são fundamentais para a manutenção da integridade e da ética dentro das organizações, mas que devemos ter cuidado para os mecanismos de controle não se tornem excessivos e, dessa maneira, engessem o dia a dia das empresas, limitando seu poder de decisão e ação.
 

 

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