FNQ ajuda na definição dos ODS para o setor elétrico

04/12/2017

Durante workshop, realizado em São Paulo, foi construída uma matriz ‘ideal’ de ODS para o Setor Elétrico Brasileiro

 
O presidente executivo da FNQ, Jairo Martins, participou no último dia 30 de novembro, em São Paulo, de reunião de trabalho para a construção da matriz ‘ideal’ de ODS para o Setor Elétrico Brasileiro. Esta matriz tem como objetivo alinhar a implementação dos objetivos da Agenda 2030 da ONU às iniciativas do setor elétrico brasileiro, considerando a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica.
O workshop foi organizado pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU, que tem como proposta, disseminar os valores da sustentabilidade empresarial no Brasil. Por meio dos grupos temáticos ‘Energia e Clima’ e ‘Agenda ODS’, a Rede Brasil está realizando um estudo, conduzido pela FEA-Ribeirão Preto - USP, para avaliar a integração dos ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável nas empresas do Setor Elétrico Brasileiro, oportunidades, desafios e aprendizados. Também participam do estudo a ABRADEE, ENEL e CPFL Energia.
Definições da matriz
Uma das etapas deste estudo foi a realização do workshop para a definição da matriz ‘ideal’ de ODS para o setor. O documento a ser criado abordará dois principais tópicos. O primeiro é uma análise dos impactos positivos e negativos da implementação dos ODS em todas as atividades do setor elétrico. O segundo, diz respeito a olhar para os objetivos da Agenda 2030 como uma oportunidade de geração de negócios.
A FNQ e os ODS
A Fundação Nacional da Qualidade é uma das organizações protagonistas no uso dos ODS no Brasil e tem sido uma das referências do assunto, participando de vários eventos pelo País. Além de ter considerado os ODS como uma das premissas para a 21ª edição do MEG (Modelo de Excelência da Gestão®), a FNQ desenvolve projetos (clique aqui para saber mais) e monitora o que está acontecendo em relação ao tema, comunicando, em todas as suas aparições públicas, a importância da adoção dos ODS nas estratégias empresariais brasileiras.
"Enquanto alguns setores nem começaram a considerar a Agenda 2030, o setor elétrico brasileiro resolveu se atentar para o tema. No entanto, como País, ainda há uma necessidade de maior engajamento dos setores público e privado na adoção dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio nas suas estratégias. Este deve ser o compromisso de todos com o Mundo", diz Jairo Martins. 
 
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